sexta-feira, 12 de julho de 2013

Convidado: Alysson Santos Lima

          Olá colegas profissionais da informação leitores deste blog, aproveito a oportunidade para agradecer publicamente Anna Carollyna Bulhões Moreira pelo convite. Meu nome é Alysson Santos Lima, Cristão, Arquivista da Universidade Federal da Paraíba - UFPB, atualmente ocupando a função de Assessor Administrativo do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - CCHLA, escrevo aqui com o objetivo de dialogar sobre tema, que poucas pessoas lograram êxito no Brasil, qual seja: Políticas Públicas nos Arquivos.
            De modo delimitado, podemos nos reportar ao tema Políticas Públicas nas Instituições Federais de Ensino Superior – IFES, que pode ser analisado considerando o caso do arquivo do CCHLA - UFPB. Muitos me perguntam o por que  de o arquivo do CCHLA ser um caso de sucesso, diversamente de outros ambientes dotados de idênticas características. Para responder, necessito compartilhar com os colegas uma rápida experiência. Uma professora, certa vez me disse uma frase por e-mail ao identificar os bons resultados dos trabalhos realizados no CCHLA, o que agora utilizo-me para responder a referida indagação:

“Essa iniciativa é a prova concreta de que o fazer arquivístico está intrinsecamente aliado à bagagem teórica e, sobre tudo, à disposição de "arregaçar" as mangas e fazer acontecer! Você é sem dúvida um profissional que faz a diferença e que nos orgulhamos em tê-lo Conosco”.

Portanto, Caros colegas, diante das dificuldades enfrentadas, seja pela escassez de recursos, seja pela singela importância destinada aos arquivos em nosso país, é necessário motivação, perseverança e insistência para o alcance dos resultados esperados. É imprescindível a disseminação de que o respeito aos arquivos, constitui um mecanismos capaz de orientar e facilitar o trabalho de todos, tanto daqueles que fazem as políticas arquivísticas, quanto dos demais profissionais nas nossas instituições.
Necessitamos nos posicionar como o profissional que faz a diferença, que busca constantemente superar todas as adversidades diariamente reinventadas e, ainda dialogar diuturnamente com todos os demais componentes das instituições nas quais trabalhamos.  Para trilhar o caminho do sucesso precisamos de: DEUS, Ética, Honestidade, Amizade, trabalho pro ativo  e respeito ao todo, ou melhor a equipe!

Forte abraço, perseveremos na luta!


Alysson Santos Lima.


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Anotei, passei pra o PC, "formatei"... ih! Ferrou! ...


Quem nunca?

A situação hipotética aconteceu comigo, hoje!

E somente no final do dia, veio a solução... tinha deixado no papel.
Claramente é um tanto usual ocorrer esse tipo de situação.

Eu tinha feito uma tabela de "medições glicêmicas", no Excel, tudo bonitinho. Ao mesmo tempo, pra não ter que tá ligando direto o computador, anotava num papel, já que acho mais prático. 

No entanto, situações adversas ocorrem; desde
uma "simples" inundação ou incêndio - o que não ocorreu comigo! -, até falhas no suporte documental (tsc... tsc...). Cito aqui, em especial, dispositivos (físicos) de armazenamento eletrônico/digital.

Ah. Voltando a história: decidi "formatar" o netbook. Na verdade não se trata de uma formatação propriamente como convencionalmente conhecemos, e sim, de uma restauração de sistema, feita por um software da marca do computador, que restaura toda configuração dos padrões de fábrica (é como se eu quisesse executar determinada ação no contexto atual das coisas e o ambiente não favorecesse. Aí eu paro tudo e "arrumo a casa"). Fiz direitinho, salvei todos os documentos que achava importante num HD externo e "corri pro abraço".

30405848573823912049584838238485886784³² horas depois lembrei que não havia salvo um documento que alimentava com informações praticamente todo dia. 

[Despero!]

Aí lembrei que ele estava ali, do lado, anotado numa folhinha de papel.

E quais conclusões pitorescas eu tiro dessa, meus caros colegas:

1) Planeje sempre os backups, com antecedência e periodicidade;

2) Sim! Existe ainda grande dependência do papel. Li uma historinha há um tempo que um escritor tinha "digitado" (não digitalizado!) as páginas de seu livro de poemas/poesias e que num determinado momento, quando terminado, o computador tinha queimado! Ele, como não era besta, tinha guardado as páginas originais em uma gaveta, na escrivaninha (Óh a gaveta salvando a vida do pessoal aí!);

3) Deu pra perceber que depois dessa, uma lição aprendida lá nos primórdios do curso de Arquivologia e que até agora é vigente: nunca elimine o documento convencional depois de tê-lo passado para o meio digital/eletrônico;

4) Tente sempre guardar cópias de documentos em geral (fotos, textos, etc) em diversos locais (com consentimento dos gestores, se for no ambiente profissional e a documentação ser a respeito da instituição). "Em nuvem" como diria o profeta! Tenta lá no dropbox, no próprio e-mail ou algum servidor gratuito de hospedagem de arquivo (lembre-se de colocar senha no arquivo compactado);

5) Se você trabalha em alguma instituição e eles pretendem fazer uso de maneiras pouco ortodoxas e mal planejadas, argumente. Ninguém melhor do que você, arquivista, sabe o risco de se perder documentos com informações preciosas da instituição;

6) "Casa de ferreiro, espeto de ferro!". Sempre.


E você, estudante ou arquivista, qual lição tira de tudo isso?

Abração! E até a próxima.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Convidado do Mês de julho

Olá gente,

Peço desculpa a nossa ausência no mês passado.

O trabalho consumiu todas as minhas forças... Mas "cá" estamos...

Vamos lá!

Hoje estou muito feliz de anunciar quem será nosso convidado do Mês de julho.

Nosso convidado será: Alysson Lima, Arquivista da Universidade Federal da Paraíba.

Ficamos muito feliz com o seu aceite, que por sinal já está com o blog a sua publicação... Em breve estaremos publicando.

Abraços! E até!

sábado, 15 de junho de 2013

Convidada: Kleane Pâmela dos Santos Franklin

Inicialmente, sou grata a Anna Carollyna criadora do blog pelo convite. E como concurseira, pensei em dialogar um pouco sobre o assunto, desta vez sob uma ótica diferente, visando relembrar alguns assuntos acadêmicos aplicados a realidade institucional. Esta escolha também se dá devido o crescente número de colegas de curso que estão sendo aprovados.
Bem, passar em um concurso público muitos desejam, no entanto, alguns questionamentos surgem quando a aprovação é finalmente atingida. Por onde começar? O que fazer? Essa insegurança é comum, devido ao desconhecimento dos procedimentos dentro do órgão em que atuará. 
 Tais procedimentos se tornam mais fáceis, quando no período de estágio o graduando lidou com aquela tipologia documental, ou em uma instituição com atividades meio e fim e funções próximas da que ele irá atuar, visto que já adquiriu certa experiência com relação ao assunto. Do contrário, quando o graduando atua como estagiário apenas em instituições privadas, todo o conhecimento dele sobre processo de gestão documental em instituição pública será teórico e não pratico já que este não vivenciou a prática com tal tipo de gestão.
Sabemos que seria muito difícil um graduando atuar como estagiário em várias instituições públicas e privadas, com fins de adquirir uma certa carga de experiência nestes dois tipos de instituições, seria necessário que os anos da graduação fossem prolongados. E mesmo que fosse possível atuar em algumas, não teria como saber de todos os processos de gestão em todos os patamares institucionais.
No entanto, até mesmo os graduandos em arquivologia que atuaram em instituições públicas, podem ter questionamentos sobre como gerir a documentação de um órgão público, visto que as instituições possuem atividades e funções distintas. Por exemplo, um estagiário que atuou no Poder Judiciário poderá ter vários questionamentos, e se sentirá meio perdido quando aprovado em um concurso público para atuar em uma Universidade, pois a tipologia será diferente, as atividades e funções do órgão também. Sendo assim, por onde começar? A resposta é a busca contínua pelo aprimoramento! Uma vez aprovado em uma seleção pública, o arquivista não deve parar de buscar conhecimento e nesse sentido uma atitude sábia é focalizar os estudos nas atribuições as quais este irá ter de dominar, bem como nas características inerentes ao arquivo em que irá atuar.
Como fazer isso?
Buscar cursos de aperfeiçoamento é uma solução interessante. Sendo assim, especializações em áreas afins que o ajudem no desenvolvimento intelectual e na sua atuação como profissional, como Gestão Pública, Direito Administrativo e outras, são de grande valia. Os benefícios não apenas incidirão sobre o próprio profissional como também para a instituição em que atua, e aos usuários que ele atende.
O constante aprendizado não só é bom, como se faz necessário, pois, com as constantes mudanças da Tecnologia da Informação, nós como arquivistas ou "gestores da informação" temos uma ligação direta com essa área afim. Visto que somos nós que dialogamos com os profissionais de TI para que o software ou sistema de informação que é criado para o setor, tenha os metadados ideais para que a busca da informação seja adequada as necessidades do arquivo e de seus usuários, eis aqui um outro motivo ao qual também devemos buscar sempre nos atualizar.
E em se falando de tecnologia da informação. Atualmente é crescente o número de instituições que vem desenvolvendo o interesse de implementar em suas repartições sistemas de informação, para facilitar a busca e da documentação. Consequentemente, quando o arquivista é aprovado em concurso para uma instituição que se utiliza desses sistemas, é importantíssimo que haja uma relação harmônica do arquivista com o organograma, atividades fim e meio, funções e com o sistema de informação utilizado pela instituição. A partir de então, é que ele poderá no seu cotidiano perceber possíveis pontos de melhora no sistema ou no método de organização utilizado.
E quando o profissional tem de começar a organização e gestão documental de uma instituição do zero (que ele receberá as primeiras documentações recebidas pela instituição)?
Excelente! Nessa situação, ele terá a possibilidade de começar a gestão documental literalmente do zero. Inicialmente, começando pelo planejamento e implementação de diretrizes e políticas arquivísticas, e planejar toda a gestão documental, que vai desde a produção, tramitação, até o arquivamento (ai entra o método de arquivamento adequado a instituição) e destinação final.




sexta-feira, 31 de maio de 2013

Convidada do mês de junho

Olá gente,

Estou aqui para informar sobre a nossa convidada do mês de junho.

Será a estudante do curso de Arquivologia da UEPB: Pâmela Franklin

O Blog ARQUINÓIA fica muito feliz com seu aceite.

Hoje estava refletindo, como nosso blog ganhou com a presença e postagens dos nosso queridos convidados, esperamos que essa parceria continue. E deixamos claro, para nosso convidados, e nossos futuros convidados, que o Arquinóia sempre estará aberto para novas publicações de vocês!

Até +!


quinta-feira, 30 de maio de 2013

Novidades sobre o livro: Seminários de Saberes Arquivísticos

Olá gente,

Divulgando o novo cartaz do livro.
Eu e Dacles estamos muito felizes por fazer parte deste projeto


Abraços e até breve...

terça-feira, 28 de maio de 2013

IV Simpósio Baiano de Arquivologia

Olá queridos,

Hoje o Arquinóia divulga mais um grande evento do campo arquivístico.
Tal evento já é bastante consolidado no meio.
Enfim, participem e principalmente publiquem.

Esse ano o evento tem como temática central: O arquivista e a gestão do conhecimento nas organizações: Novas perspectivas para o século XXI.

Um tema bem amplo, ao qual proporciona explorar diversas áreas.

Vamos lá galera, mão na massa, e "bora" escrever...

Mais informações no cartaz abaixo


ATÉ!