Olá galera,
Cada dia que escrevo para o blog em relação as iniciativas da UEPB, sinto um misto de orgulho de ter sido aluna de lá, e de saudade, de lembranças de momentos legais que passei. Mais vamos lá... (passado esse momento nostálgico).
Acabei de ver a notícia do evento em uma rede social, e muito me encantou tanto a temática, como também a nomeclatura usada pelo cartaz/projeto. O título é: PROJETO INTEGRADOR, com a sua "RODA DE PROSA": A (re)construção social do arquivista: constatações e perspectivas.
Cara, que tema legal, será uma excelente prosa.
O evento acontecerá no Auditório Pioneiros - UEPB (Campus V), localizada no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa.
A roda de prosa contará ainda com a participação de Renato Tarciso Barbosa de Sousa (UNB).
A data será 3 de dezembro de 2012, às 18:30.
Não percam, debater temas desse calibre nos fortalece como profissionais arquivistas e eternos estudantes da área.
Abraços e até breve
Não posso esquecer de parabenizar o P6 notuno pela iniciativa! Isso aí galera, muito bom ver que quem está na graduação, está tendo uma formação tão rica em debates tão importantes, para o entendimento de nós profissionais arquivistas para a sociedade. :)
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
sábado, 26 de maio de 2012
Associação, importância e desafios
Olá!
O presidente do SINARQUIVO, Daniel Beltran, abriu uma discussão no facebook para possibilidades de fortalecer o Sindicato Nacional de Arquivistas. Esse é um passo importante para estabilidade de uma classe profissional, se feito com compromisso e responsabilidade. As ações devem ser consumadas em objetivos (comuns) que fortaleçam a coletividade, e somente esta.
Falando em associações, pode-se afirmar que hoje ela representa a vontade de um determinado grupo de indivíduos em constituir unidade e se propor a ações não mais sob a personificação de pessoa "físicas, e sim "jurídica". Com a constituição de instituição, qualidades como a união e o ativismo - em prol do (re)conhecimento da profissão e conquista de "espaço" a níveis sócio-culturais e econômicos - viabilizam ações articuladas com maior foco, direção e intensidade.
Nesse sentido, é que se determina como uma espécie de "obrigatoriedade para notoriedade" em relação a profissão de arquivista a articulação de associações, agindo em sincronia e resguardando o espaço para tal especialista. A "obrigatoriedade" que falo não necessariamente deve ser remeter ao sentido rígido, de ritual, dever. Na verdade, em tempos como a contemporaneidade, caracterizada pelo seu grande fluxo informacional, de acesso para (novas) fontes de informação (vide a lei de acesso à informação) e a necessidade de profissionais especializados, torna-se "quase" obrigatório afirmar o arquivista como peça-chave nessa cadeia de processos, principalmente institucionais. A notoriedade é, sem sobre de dúvidas, um dos maiores desafios da profissão. E esse desafio é lançado também as associações (com sua circunscrição delimitada).
A "Associação dos Arquivistas da Paraíba" promete vir para fortalecer essa notoriedade e agir dentro de seu limite: o Estado da Paraíba. A associação servirá como "ponte" para diversas situações. Dentre elas:
- Maior união entre UEPB e UFPB, no sentido de publicidade dos profissionais arquivistas que formam;
- Monitoramento e possíveis ações contra a ocupação desordenada do espaço de trabalho do arquivista;
- Fiscalização e pronunciamento de concursos públicos irregulares;
- Ações de "publicidade e marketing" para difusão da (importância) profissão arquivista;
- Fomento, junto à Administração Pública, de concursos para provimento de vagas;
- Integração com as instituições particulares, lançando oportunidades de emprego de forma transparente;
- Criação e fortalecimento de eventos arquivísticos;
- Colaboração na criação de políticas públicas de arquivos, recolocando o arquivista como peça fundamental em tais construções.
Estão aí algumas das ideias da Associação. O fortalecimento deve vir da base até o topo. Dessa forma deve ser com a Associação dos Arquivistas da Paraíba e consequentemente com o SINARQUIVO. As ações devem sempre visar a melhoria, a visibilidade e a importância do arquivista, como uma peça típica desse "jogo de xadrez" institucional brasileiro.
Opiniões são bem-vindas!
Abraços
Dacles Silva"
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Olha o alerta! (Como os escoteiros: "Sempre alerta!")
Brasília = Em todo o Brasil.
Infelizmente... a política é ignorada e o que se faz é"politicagem".
Em tempos de criação de Associação (de Arquivistas da Paraíba), é bom se atentar.
Abraços!
Dacles Silva"
Infelizmente... a política é ignorada e o que se faz é
Em tempos de criação de Associação (de Arquivistas da Paraíba), é bom se atentar.
Abraços!
Dacles Silva"
quarta-feira, 21 de março de 2012
Arquivos escolares: quem tem mais voz???
Olá gente,


Hoje irei abordar um tema que foi um dos pontos da minha monografia. Quem hoje aborda/elabora projetos, artigos e afins na área de arquivo escolar??? Infelizmente o entendimento do campo arquivístico ainda é muito distorcido na nossa sociedade. E quando remetemos essa distorção para o profissional arquivista, "sai do meio", arqui o que?? Qual arquivista não se deparou com essa pergunta e com tantas outras. Mas é formado em que isso? Você faz o que? Tem campo de trabalho? Etc, etc. Inegavelmente a uma falha na disseminação da nossa profissão.
Enfim, remetendo aos arquivos escolares a realidade que encontramos são secretários, técnicos administrativo, e remanejados trabalhando no ambiente que é de direito área profissional do arquivista, assegurado no Decreto nº 82,590, de 6 de novembro de 1978. 1978? Isso mesmo!
Porém o que realmente quero discutir nesse post é o número exacerbado de produções científicas de profissionais de áreas distintas abordando sobre os arquivos escolares. Simples, faça uma busca no nosso famoso google com o título "arquivos escolares" sem dúvida nenhuma um considerável percentual de pessoas que abordam sobre o tema são pedagogos, historiadores, bibliotecários. E o pior, muitas vezes esses textos veem com erros grotescos e informações confusas.
O que pensar?? Será que nós arquivistas não estamos bitolados em pensar apenas sobre arquivos de empresas, instituições federais, judiciais?
Essa realidade precisa ser mudada, e fico feliz com alguns projetos que já vi na UEPB, também li alguns da UFBA. Na real, precisamos dá essa importante passo para a construção da arquivologia como ciência, só discutindo bem todos os aspectos alcançaremos esse ganho.
Enfim, vamos escrever galera...
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