Olá Gente,
Hoje estou aqui para divulgar o seguinte evento: I Seminário Municipal sobre transparência e arquivos Públicos.
É essencial que nós arquivistas, estudantes se façam presente neste evento, que irá discutir uma temática tão importante, atual e ainda pouco discutida em nossa formação.
Fico muito feliz em ver iniciativas como essa vinda de órgãos públicos. Esse Feedback é essencial para o bom funcionamento das coisas.
Parabéns pela iniciativa.
PARTICIPEM!
Abraços e até!
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Pré-lançamento do livro: Seminários de saberes arquivísticos (SESA): práticas de leitura e escrita na universidade
Olá pessoal,
No dia 28 de agosto de 2013 foi o pré-lançamento do livro: Seminários de saberes arquivísticos (SESA): práticas de leitura e escrita na universidade, que tem como coordenadoras: Eliete Correia e Francinete Fernandes. Alguns alunos e ex-alunos que são também escritores estavam presentes.
O evento aconteceu no Auditório do Campus V, da Universidade Estadual da Paraíba.
Parabéns pela iniciativa. Infelizmente não pude ir, mas deixo o recado que haverá o lançamento no dia 25 de setembro no IFPB. E acredito que todos os escritores estarão presentes.
Segue em anexo fotos:
No dia 28 de agosto de 2013 foi o pré-lançamento do livro: Seminários de saberes arquivísticos (SESA): práticas de leitura e escrita na universidade, que tem como coordenadoras: Eliete Correia e Francinete Fernandes. Alguns alunos e ex-alunos que são também escritores estavam presentes.
O evento aconteceu no Auditório do Campus V, da Universidade Estadual da Paraíba.
Parabéns pela iniciativa. Infelizmente não pude ir, mas deixo o recado que haverá o lançamento no dia 25 de setembro no IFPB. E acredito que todos os escritores estarão presentes.
Segue em anexo fotos:
Foto: Josivan Soares
PARABÉNS A TODOS NÓS QUE FAZEMOS PARTE DESTE MARAVILHOSO TRABALHO!
SUCESSO A TODOS!
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
II Mostra de Memória do Instituto Federal da Paraíba
Olá gente,
É com muito prazer que nós do Arquinóia convidamos todos a comparecer ao II Mostra de Memória do Instituto Federal da Paraíba, que ocorrerá em setembro durante os dias 24 e 26 no turno noite.
Nessa data acontecerá o lançamento do livro: Seminários de Saberes Arquivísticos: práticas de leitura e escrita na Universidade, de coordenação da professora Eliete Correia dos Santos e da professora Francinete Fernandes de Sousa.
No livro terá publicação também de nós colaboradores do Arquinóia e isso muito nos alegra.
Segue agora a programação do evento, que por sinal está ótima!
Isso aí e vamos comparecer!
Até!
É com muito prazer que nós do Arquinóia convidamos todos a comparecer ao II Mostra de Memória do Instituto Federal da Paraíba, que ocorrerá em setembro durante os dias 24 e 26 no turno noite.
Nessa data acontecerá o lançamento do livro: Seminários de Saberes Arquivísticos: práticas de leitura e escrita na Universidade, de coordenação da professora Eliete Correia dos Santos e da professora Francinete Fernandes de Sousa.
No livro terá publicação também de nós colaboradores do Arquinóia e isso muito nos alegra.
Segue agora a programação do evento, que por sinal está ótima!
Isso aí e vamos comparecer!
Até!
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Convidado: Alysson Santos Lima
Olá colegas profissionais da informação leitores deste blog,
aproveito a oportunidade para agradecer publicamente Anna Carollyna Bulhões
Moreira pelo convite. Meu nome é Alysson Santos Lima, Cristão, Arquivista da
Universidade Federal da Paraíba - UFPB, atualmente ocupando a função de
Assessor Administrativo do Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes - CCHLA,
escrevo aqui com o objetivo de dialogar sobre tema, que poucas pessoas lograram
êxito no Brasil, qual seja: Políticas Públicas nos Arquivos.
De modo
delimitado, podemos nos reportar ao tema Políticas Públicas nas Instituições
Federais de Ensino Superior – IFES, que pode ser analisado considerando o caso
do arquivo do CCHLA - UFPB. Muitos me perguntam o por que de o arquivo do CCHLA ser um caso de sucesso,
diversamente de outros ambientes dotados de idênticas características. Para
responder, necessito compartilhar com os colegas uma rápida experiência. Uma
professora, certa vez me disse uma frase por e-mail ao identificar os bons
resultados dos trabalhos realizados no CCHLA, o que agora utilizo-me para responder a referida indagação:
“Essa iniciativa é a prova concreta
de que o fazer arquivístico está intrinsecamente aliado à bagagem teórica e,
sobre tudo, à disposição de "arregaçar" as mangas e fazer acontecer!
Você é sem dúvida um profissional que faz a diferença e que nos orgulhamos em
tê-lo Conosco”.
Portanto, Caros colegas, diante das
dificuldades enfrentadas, seja pela escassez de recursos, seja pela singela importância
destinada aos arquivos em nosso país, é necessário motivação, perseverança e
insistência para o alcance dos resultados esperados. É imprescindível a
disseminação de que o respeito aos arquivos, constitui um mecanismos capaz de
orientar e facilitar o trabalho de todos, tanto daqueles que fazem as políticas
arquivísticas, quanto dos demais profissionais nas nossas instituições.
Necessitamos nos posicionar como o
profissional que faz a diferença, que busca constantemente superar todas as
adversidades diariamente reinventadas e, ainda dialogar diuturnamente com todos
os demais componentes das instituições nas quais trabalhamos. Para trilhar o caminho do sucesso precisamos
de: DEUS, Ética, Honestidade, Amizade, trabalho pro ativo e respeito ao todo, ou melhor a equipe!
Forte
abraço, perseveremos na luta!
Alysson
Santos Lima.
quarta-feira, 3 de julho de 2013
Anotei, passei pra o PC, "formatei"... ih! Ferrou! ...
Quem nunca?
A situação hipotética aconteceu comigo, hoje!
E somente no final do dia, veio a solução... tinha deixado no papel.
Claramente é um tanto usual ocorrer esse tipo de situação.
Eu tinha feito uma tabela de "medições glicêmicas", no Excel, tudo bonitinho. Ao mesmo tempo, pra não ter que tá ligando direto o computador, anotava num papel, já que acho mais prático.
No entanto, situações adversas ocorrem; desde
uma "simples" inundação ou incêndio - o que não ocorreu comigo! -, até falhas no suporte documental (tsc... tsc...). Cito aqui, em especial, dispositivos (físicos) de armazenamento eletrônico/digital.
Ah. Voltando a história: decidi "formatar" o netbook. Na verdade não se trata de uma formatação propriamente como convencionalmente conhecemos, e sim, de uma restauração de sistema, feita por um software da marca do computador, que restaura toda configuração dos padrões de fábrica (é como se eu quisesse executar determinada ação no contexto atual das coisas e o ambiente não favorecesse. Aí eu paro tudo e "arrumo a casa"). Fiz direitinho, salvei todos os documentos que achava importante num HD externo e "corri pro abraço".
30405848573823912049584838238485886784³² horas depois lembrei que não havia salvo um documento que alimentava com informações praticamente todo dia.
[Despero!]
Aí lembrei que ele estava ali, do lado, anotado numa folhinha de papel.
E quais conclusões pitorescas eu tiro dessa, meus caros colegas:
1) Planeje sempre os backups, com antecedência e periodicidade;
2) Sim! Existe ainda grande dependência do papel. Li uma historinha há um tempo que um escritor tinha "digitado" (não digitalizado!) as páginas de seu livro de poemas/poesias e que num determinado momento, quando terminado, o computador tinha queimado! Ele, como não era besta, tinha guardado as páginas originais em uma gaveta, na escrivaninha (Óh a gaveta salvando a vida do pessoal aí!);
3) Deu pra perceber que depois dessa, uma lição aprendida lá nos primórdios do curso de Arquivologia e que até agora é vigente: nunca elimine o documento convencional depois de tê-lo passado para o meio digital/eletrônico;
4) Tente sempre guardar cópias de documentos em geral (fotos, textos, etc) em diversos locais (com consentimento dos gestores, se for no ambiente profissional e a documentação ser a respeito da instituição). "Em nuvem" como diria o profeta! Tenta lá no dropbox, no próprio e-mail ou algum servidor gratuito de hospedagem de arquivo (lembre-se de colocar senha no arquivo compactado);
5) Se você trabalha em alguma instituição e eles pretendem fazer uso de maneiras pouco ortodoxas e mal planejadas, argumente. Ninguém melhor do que você, arquivista, sabe o risco de se perder documentos com informações preciosas da instituição;
6) "Casa de ferreiro, espeto de ferro!". Sempre.
E você, estudante ou arquivista, qual lição tira de tudo isso?
Abração! E até a próxima.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Convidado do Mês de julho
Olá gente,
Peço desculpa a nossa ausência no mês passado.
O trabalho consumiu todas as minhas forças... Mas "cá" estamos...
Vamos lá!
Hoje estou muito feliz de anunciar quem será nosso convidado do Mês de julho.
Nosso convidado será: Alysson Lima, Arquivista da Universidade Federal da Paraíba.
Ficamos muito feliz com o seu aceite, que por sinal já está com o blog a sua publicação... Em breve estaremos publicando.
Abraços! E até!
Peço desculpa a nossa ausência no mês passado.
O trabalho consumiu todas as minhas forças... Mas "cá" estamos...
Vamos lá!
Hoje estou muito feliz de anunciar quem será nosso convidado do Mês de julho.
Nosso convidado será: Alysson Lima, Arquivista da Universidade Federal da Paraíba.
Ficamos muito feliz com o seu aceite, que por sinal já está com o blog a sua publicação... Em breve estaremos publicando.
Abraços! E até!
sábado, 15 de junho de 2013
Convidada: Kleane Pâmela dos Santos Franklin
Inicialmente, sou grata a Anna
Carollyna criadora do blog pelo convite. E como concurseira, pensei em dialogar
um pouco sobre o assunto, desta vez sob uma ótica diferente, visando relembrar
alguns assuntos acadêmicos aplicados a realidade institucional. Esta escolha também
se dá devido o crescente número de colegas de curso que estão sendo aprovados.
Bem, passar em um concurso público muitos
desejam, no entanto, alguns questionamentos surgem quando a aprovação é finalmente
atingida. Por onde começar? O que fazer? Essa insegurança é comum, devido ao
desconhecimento dos procedimentos dentro do órgão em que atuará.
Tais procedimentos se tornam mais fáceis,
quando no período de estágio o graduando lidou com aquela tipologia documental,
ou em uma instituição com atividades meio e fim e funções próximas da que ele
irá atuar, visto que já adquiriu certa experiência com relação ao assunto. Do
contrário, quando o graduando atua como estagiário apenas em instituições privadas,
todo o conhecimento dele sobre processo de gestão documental em instituição
pública será teórico e não pratico já que este não vivenciou a prática com tal
tipo de gestão.
Sabemos que seria muito difícil um graduando
atuar como estagiário em várias instituições públicas e privadas, com fins de
adquirir uma certa carga de experiência nestes dois tipos de instituições,
seria necessário que os anos da graduação fossem prolongados. E mesmo que fosse
possível atuar em algumas, não teria como saber de todos os processos de gestão
em todos os patamares institucionais.
No entanto, até mesmo os graduandos em
arquivologia que atuaram em instituições públicas, podem ter questionamentos
sobre como gerir a documentação de um órgão público, visto que as instituições
possuem atividades e funções distintas. Por exemplo, um estagiário que atuou no
Poder Judiciário poderá ter vários questionamentos, e se sentirá meio perdido quando
aprovado em um concurso público para atuar em uma Universidade ,
pois a tipologia será diferente, as atividades e funções do órgão também. Sendo
assim, por onde começar? A resposta é a busca contínua pelo aprimoramento! Uma
vez aprovado em uma seleção pública, o arquivista não deve parar de buscar
conhecimento e nesse sentido uma atitude sábia é focalizar os estudos nas
atribuições as quais este irá ter de dominar, bem como nas características
inerentes ao arquivo em que irá atuar.
Como fazer isso?
Buscar cursos de aperfeiçoamento é uma
solução interessante. Sendo assim, especializações em áreas afins que o ajudem
no desenvolvimento intelectual e na sua atuação como profissional, como Gestão
Pública, Direito Administrativo e outras, são de grande valia. Os benefícios
não apenas incidirão sobre o próprio profissional como também para a
instituição em que atua, e aos usuários que ele atende.
O constante aprendizado não só é bom,
como se faz necessário, pois, com as constantes mudanças da Tecnologia da
Informação, nós como arquivistas ou "gestores da informação" temos uma
ligação direta com essa área afim. Visto que somos nós que dialogamos com os
profissionais de TI para que o software ou sistema de informação que é criado
para o setor, tenha os metadados ideais para que a busca da informação seja
adequada as necessidades do arquivo e de seus usuários, eis aqui um outro
motivo ao qual também devemos buscar sempre nos atualizar.
E em se falando de tecnologia da
informação. Atualmente é crescente o número de instituições que vem
desenvolvendo o interesse de implementar em suas repartições sistemas de informação,
para facilitar a busca e da documentação. Consequentemente, quando o arquivista é aprovado em concurso para
uma instituição que se utiliza desses sistemas, é importantíssimo que haja uma
relação harmônica do arquivista com o organograma, atividades fim e meio,
funções e com o sistema de informação utilizado pela instituição. A partir de
então, é que ele poderá no seu cotidiano perceber possíveis pontos de melhora
no sistema ou no método de organização utilizado.
E quando o profissional tem de começar
a organização e gestão documental de uma instituição do zero (que ele receberá
as primeiras documentações recebidas pela instituição)?
Excelente! Nessa situação, ele terá a
possibilidade de começar a gestão documental literalmente do zero. Inicialmente,
começando pelo planejamento e implementação de diretrizes e políticas
arquivísticas, e planejar toda a gestão documental, que vai desde a produção,
tramitação, até o arquivamento (ai entra o método de arquivamento adequado a
instituição) e destinação final.
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